Começar terapia pode ser um passo difícil — não só pelo que implica em termos emocionais, mas também pela incerteza prática: como saber se escolhemos a pessoa certa? O psicólogo certo não é “o melhor” no sentido genérico — é aquele que faz sentido para ti, para o momento que estás a viver e para o que estás pronta para explorar.
1. Procura alguém com formação reconhecida
Em Portugal, a psicologia é uma profissão regulamentada. O primeiro critério é garantir que a pessoa que estás a consultar tem cédula profissional válida e está inscrita na Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP). Podes confirmar essa informação no site da OPP. Se quiseres trabalhar com psicoterapia, verifica também a abordagem clínica (ex: Cognitivo-Comportamental, Existencial, Sistémica, EMDR…) e se existe experiência ou formação nessa linha.
2. Observa a forma como comunica
A forma como a/a psicólogo/a comunica, tanto no contacto inicial como nas redes ou no site, pode dizer muito. Sentes que há empatia, clareza, linguagem acessível? Parece uma pessoa que respeita o teu ritmo? Lembra-te: não precisas de sentir uma ligação instantânea, mas convém perceberes se há abertura, escuta e cuidado desde o início.
3. Percebe se o estilo é compatível contigo
Há psicólogos mais diretos, outros mais silenciosos, alguns trabalham com tarefas entre sessões, outros focam-se mais na relação terapêutica. Nenhum estilo é “certo ou errado” — mas pode ser mais ou menos ajustado ao que procuras. Se já fizeste terapia antes, podes usar essa experiência como referência: o que funcionou? O que faltou?
4. Confirma a área de intervenção
Nem todos os psicólogos acompanham todas as faixas etárias ou problemáticas. Se estás a passar por um luto, burnout, questões de identidade, separação ou dificuldades relacionais, é importante procurar alguém com experiência nesses temas. No meu caso, acompanho sobretudo jovens adultos e adultos em momentos de transição emocional — e costumo trabalhar com temas como relações difíceis, ansiedade, baixa autoestima, exaustão emocional ou questões familiares.
5. Dá espaço à tua experiência na primeira sessão
Não há substituto para o encontro real. A primeira sessão não serve apenas para contar a tua história — também serve para perceber como te sentes naquele espaço. Sentes-te vista? Há respeito pelo teu ritmo? Dá-to autorização para confiar na tua intuição.
Se estás à procura de acompanhamento psicológico, estou disponível para acolher a tua história com empatia, escuta atenta e respeito pelo teu interior. Podes enviar-me mensagem através do site ou do link direto no Instagram.



